NOSSA FAM�LIA CELESTIAL

Cap�tulo 2

 

Somos Filhos do Pai Celestial

Deus n�o � somente nosso governante e criador; � tamb�m nosso Pai Celestial. "Todos os homens e mulheres s�o (...) literalmente, filhos e filhas da Deidade. (...) O homem, como esp�rito, foi gerado e nasceu de pais celestiais, tendo crescido at� a maturidade nas mans�es eternas do Pai, antes de vir a Terra num corpo f�sico".Joseph F. Smith, "The Origin of  Man", (A Origem do Homem) Improvement Era, nov. de 1909, pp. 78, 80.

Todos que j� nasceram na Terra foram nossos irm�os espirituais nos c�us. O primeiro esp�rito nascido de nossos pais celestiais foi Jesus Cristo (ver D&C 93:21). Ele �, assim, literalmente, nosso irm�o mais velho (ver Discursos de Brigham Young, p. 26). Por sermos filhos espirituais de pais celestiais, herdamos Deles o potencial para desenvolvermos Suas qualidades divinas. Se quisermos, poderemos tornar-nos perfeitos como Eles.

Desenvolvemos Nossa Personalidade e Talentos Enquanto Viv�amos no C�u

As escrituras nos ensinam que os profetas se prepararam para tornarem-se l�deres na Terra, enquanto ainda eram esp�ritos no c�u (ver Alma 13:1-3). Deus preordenou-os (escolheu-os) para serem l�deres na Terra, antes que nascessem em corpos mortais. Jesus, Ad�o e Abra�o foram alguns desses l�deres. (Ver Abra�o 3:22-23.) Joseph Smith ensinou que todos os que possuem um chamado para conduzir as pessoas na Igreja foram preordenados (ver Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, p. 357). Todavia, todos na Terra s�o livres para aceitar ou rejeitar o chamado.

N�o �ramos todos iguais nos c�us. Recebemos diferentes talentos e capacidades e fomos chamados para fazer coisas diferentes na Terra (ver Discursos de Brigham Young, p. 51). Podemos saber mais sobre nossos talentos e chamados, quando recebemos nossa b�n��o patriarcal [ver Harold B. Lee, Stand Ye in Holy Places (Permanecei em Lugares Santos), p. 117].

Embora tenhamos esquecido, o Pai Celestial lembra-se de quem �ramos e o que fizemos antes de virmos aqui (ver Discursos de Brigham Young, p. 50). Ele escolheu o tempo e o local onde dever�amos nascer, para que aprend�ssemos as li��es de que pessoalmente necessit�vamos e fiz�ssemos o melhor poss�vel com nossos talentos e personalidade.

Nossos Pais Celestiais Desejavam Partilhar Sua Alegria Conosco

Nossos pais celestes deram-nos um lar celestial mais glorioso e belo do que qualquer outro lugar na Terra. �ramos felizes l�. Contudo, eles sabiam que n�o poder�amos progredir al�m de um certo ponto, a menos que Os deix�ssemos por algum tempo. Seu desejo era que desenvolv�ssemos as qualidades divinas que Eles possuem. Para que isso ocorresse, precis�vamos deixar o lar celestial, a fim de sermos testados e ganharmos experi�ncia. Precis�vamos escolher o bem em vez do mal. Nosso esp�rito precisava ser revestido com um corpo f�sico. Precis�vamos deixar o corpo f�sico com a morte e voltar a nos unir a ele na ressurrei��o. Receber�amos ent�o um corpo imortal, como aquele de nossos pais celestiais. Caso pass�ssemos nos testes, receber�amos a plenitude da alegria, que nossos pais celestiais receberam. (Ver D&C 93:30-34.).

Nosso Pai Celestial Apresentou um Plano pelo Qual Poder�amos Tornar-nos como Ele

Como n�o pod�amos mais progredir no c�u, o Pai Celestial convocou um Grande Conselho, a fim de apresentar Seu plano para o nosso progresso. (Ver Ensinamentos do Profeta Joseph Smith, pp. 340, 341, 357.) Aprendemos que, caso segu�ssemos esse plano, vir�amos a ser como Ele. Receber�amos um corpo ressuscitado; ter�amos todo o poder do c�u e da Terra; tornar-nos-�amos pais celestiais e ter�amos filhos espirituais, assim como Ele. (Ver D&C 132:19-20.).

Fomos informados de que Ele providenciaria uma Terra para n�s, onde ser�amos provados (ver Abra�o 3:24-26). Um v�u cobriria nossa mem�ria e esquecer�amos nosso lar celestial. Isso seria necess�rio para que pud�ssemos escolher o bem ou o mal sem sermos influenciados pelas lembran�as de nossa conviv�ncia com o Pai Celestial. Poder�amos, assim, obedecer-Lhe por causa de nossa f� Nele e n�o devido ao conhecimento ou lembran�a que ter�amos Dele. Ele nos ajudaria a reconhecer a verdade, quando a escut�ssemos outra vez na Terra (ver Jo�o 18:37).

No Grande Conselho, aprendemos tamb�m o prop�sito de nosso progresso: alcan�ar a plenitude da alegria. Contudo, soubemos que nem todos os filhos do Pai Celestial desejariam alcan��-la. Alguns seriam enganados e escolheriam outros caminhos, perdendo-se. Soubemos que todos ter�amos prova��es na vida: doen�as, decep��es, dores, tristezas e morte. Entendemos, todavia, que tudo isso nos seria dado para o nosso bem e serviria de experi�ncia (ver D&C 122:7). Se o permit�ssemos, essas prova��es nos purificariam, em vez de nos derrotarem. Elas nos ensinariam persist�ncia, paci�ncia e caridade (ver Spencer W. Kimball, Faith Precedes de Miracle, pp. 97-98).

Nesse conselho, tamb�m ficamos sabendo que, devido a nossas fraquezas, todos pecar�amos. Soubemos que um Salvador nos seria enviado para que pud�ssemos sobrepujar o pecado e a morte por meio da ressurrei��o. Soubemos que, se tiv�ssemos f� Nele, obedec�ssemos a Sua palavra e segu�ssemos Seu exemplo, ser�amos exaltados e tornar-nos-�amos como nossos pais celestiais. Receber�amos a plenitude da alegria.

Escrituras Adicionais

� Hebreus 12:9 (Deus � o Pai de nosso esp�rito)

� J� 38:4-7 (subentende-se a vida pr�-mortal)

� Abra�o 3:22-28 (vis�o da vida pr�-mortal)

� Jeremias 1:5 (vis�o da vida pr�-mortal)

� D&C 29:31-38 (vis�o da vida pr�-mortal)

� Mois�s 3:4-7 (cria��es espirituais, depois, temporais)

� I Cor�ntios 15:44 (cria��es espirituais e temporais)

� D&C 76:23-24 (filhos e filhas gerados)

� D&C 132:11-26 (plano de progresso)

 

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